domingo, 30 de junho de 2013

Abelhas geram renda extra e elevam produção

A apicultura tem potencial para ser fonte de renda alternativa ao produtor rural, aumentando o aproveitamento econômico da sua propriedade. Um dos seus principais benefícios está no incremento da produtividade a partir da polinização.
De acordo com Breno Freitas, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Ceará, a maioria das plantas cultivadas necessita da visita de seres vivos as suas flores para a transferência de pólen entre elas. Quanto mais visitas, maior será o vingamento dos frutos e a produtividade do cultivo. “As abelhas são os principais polinizadores”, explica.
Dependendo da cultura, a polinização pode aumentar a produção em 10% (no caso do feijão), 75% (melão e melancia), 80% (maçãs) e até superar os 100% (maracujá e kiwi), indica o pesquisador.
Outras culturas beneficiadas são: morango, laranja, café, caju, mirtilo, açaí, canola, maçã, abacate, framboesa, amêndoas, macadâmia, cebola e cenoura (para produção de sementes), segundo Vera Lúcia Imperatriz Fonseca, professora da Universidade de São Paulo e professora visitante pelo CAPES na Universidade Federal Rural do Semi-Árido/RN.
“Há plantas que podem ser polinizadas pelo vento ou que produzem frutos sem as abelhas, mas estas permitem uma colheita melhor e maior rendimento por hectare”, afirma.
Para ela, o produtor rural deve considerar não apenas a apicultura (que trata da abelha Apis mellifera), mas também as abelhas em geral (solitárias e sociais) e a manutenção de áreas naturais ao redor das culturas. Estudo recente sobre a importância econômica de áreas verdes ao redor da plantação de canola, orientado pela professora Betina Blochtein, da PUC-RS, revelou ganhos de produtividade da oleogionosa superiores a 50%.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O pato boia



O pato é um dos animais mais interessantes entre as aves. Você já viu um pato morrer afogado? Não, mas ele também não nada, apenas bóia. Como isso acontece não é um mistério irrevelado, tudo natureza.

Abaixo do corpo do pato é formada uma gordura protetora que faz com que este boie sempre. A gordura na parte inferir do pato, que seria a sua barriga, é bem menos densa que a água e faz com que este boie. Uma substância semelhante está na barriga dos gansos que também permite que eles fiquem sob a água sempre. Logo, se quiser que um pato afunde é só dar um banho nele e tirar a sua gordura natural. Mas não tente isso: É maldade das grandes.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Boas Práticas de Fabricação de Ração – BPF implementação e gestão



A ampliação de fábricas de rações existentes e a construção de novas fábricas em todo o país têm sido estimuladas pela crescente demanda por rações e suplementos para animais de produção, trabalho e companhia. Para participar deste mercado além de aperfeiçoar seus processos e oferecer produtos de qualidade as indústrias precisam garantir a inocuidade dos seus produtos.

A produção de alimentos seguros é uma preocupação atual de todos os elos da cadeia alimentar. Alguns cuidados especiais devem ser tomados para se ter a qualidade e a inocuidade do alimento como: boas práticas agropecuárias, veterinárias e produção; uso responsável de medicamentos; bem estar animal e responsabilidade com inocuidade e qualidade, sendo que todos os operadores são responsáveis ao longo da cadeia alimentar pelo alimento seguro aos animais e ao homem.

De acordo com as exigências do mercado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, órgão regulador da atividade, exige através da legislação vigente a implantação de Boas Práticas de Fabricação nos estabelecimentos produtores de alimentos para animais. Diante desse contexto, acredita-se que a segurança alimentar é um dos grandes desafios da atualidade.

Os estabelecimentos que fabricam, fracionam, importam, exportam e comercializam rações, suplementos, premix, núcleos, alimentos para animais de companhia, ingredientes e aditivos para alimentação animal, devem possuir registros no MAPA. O principal objetivo do MAPA é garantir adequadas condições higiênicas sanitárias nos processos de fabricação, bem como a conformidade e inocuidade dos produtos disponibilizados no mercado. E ainda a segurança e a rastreabilidade dos produtos importados e exportados.

Para quem vai investir neste mercado ou atualizar-se uma boa dica é participar de cursos que ofereça elementos necessários para elaboração, implantação e gestão de Programas de Boas Práticas de Fabricação de rações em conformidade com os requisitos legais vigentes

Fonte: CPT

sábado, 15 de junho de 2013

Cavalo Branco


O cavalo branco da Índia


Na antiguidade, na Índia, acreditava-se que os cavalos brancos asseguravam a prosperidade do reino, pelo que muitos eram sacrificados em rituais. Noutro tipo de ritual, soltava-se o cavalo branco mais bonito do reino em direcção a nordeste. O príncipe herdeiro e alguns jovens guerreiros tinham que o seguir durante um ano.

Estes deviam preservar a sua liberdade e, sobretudo, impedir que se juntasse com outra égua. Encarnação do sol, o seu galopar era sagrado e os territórios atravessados pertenciam ao soberano.

Quando passava um ano, o cavalo voltava ao seu ponto de partido (forçadamente) e a hora da sua morte se aproximava. Este ritual solar era praticado perto do fim de um reinado, com o objectivo que o soberano transmitir ao seu filho mais velho a sua glória e passar o seu território.

Os cavalos brancos da Pérsia


Os Persas atribuíam aos cavalos brancos um papel religioso importante. Por exemplo, os habitantes de Sicília deviam dar um ao rei da Pérsia, que era a encarnação de Mithra, o deus da Luz e o dono dos vastos pastos. Mithra conduzia uma carruagem puxada por quatro cavalos brancos imortais. Os cavalos brancos eram sacrificados num culto dedicado a este Deus.

Os cavalos brancos da China


Na China, venerava-se as éguas brancas de Kubilay Khan, neto de Gengis Khan (o primeiro imperador Chinês, fundador da dinastia Yuan).

No momento da festa branca da Primavera, os chegados de Khan reuniam mil éguas de uma brancura imaculada. Quando estas éguas passavam através do país, ninguém se atrevia a atravessar o caminho. A aproximação das pessoas era considerada como profanação. Apenas o “filho do céu” e os seus descendentes podiam beber o leite das éguas sagradas.

Os cavalos brancos da Europa


Na Europa na antiguidade, também se venerava os cavalos brancos. Os Celtas honravam todos os tipos de cavalos. Na sua morte, os cavalos não eram comidos nem abandonados para que os abutres nem outros predadores os comessem, eram sim sepultados.

Os cavalos brancos foram consagrados, em particular as éguas, como símbolos da fertilidade. Os chefes participavam em rituais de fertilidade com éguas brancas com o fim de criar prosperidade ao seu povo.

Como podemos ver, o cavalo branco desempenhou um papel importante nas diferentes culturas ao longo da história.



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Palestras


Data: 15 e 16 de junho
Local: Auditório do IBAMA MG
Inscrições: Estudantes R$100,00
                Profissionais R$150,00
Palestras:
-Panorama atual das introduções de peixes em Minas Gerais
-Espécies ameaçadas de extinção
-Reintrodução de animais silvestres
-Enfermidades de aves silvestres
-Conservação e reintroduçaõ de cracídeos
-Desafios, triagem e conservação de fauna silvestre no Brasil
-Ecologia e conservação de mamíferos de médio e grande porte no norte de Minas Gerais

-Programa de conservação do Pato Mergulhão
-BiodiverCidade - fauna urbana em Belo Horizonte

Mais informações: Página do Facebook da Waita
                            Perfil do Facebook da Waita
                            waita.ong@gmail.com
                            (31) 355-6179


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Que abelha devo criar?

Que abelha devo criar, européia ou africanizada?
Essa pergunta é nitroglicerina na apicultura brasileira. Desconheço algum estudo formal que tenha comparado o desempenho das duas raças no Brasil, mas os relatos informais de apicultores que tentaram trabalhar com européias (inclusive eu) sistematicamente indicam produtividade e agressividade significativamente menores do que as das africanizadas.
No entanto, ainda pairam dúvidas sobre a qualidade das européias testadas por aqui, grande parte delas proveniente de um mesmo fornecedor brasileiro. O sucesso das européias em outros países, inclusive de clima mais quente, como a Austrália, entusiasma muitos criadores, embora muito mais no plano teórico do que no prático.
Por enquanto, a criação de africanizadas parece ser quase um consenso nacional, apesar de algumas vozes contrárias. O argumento decisivo é a rusticidade muito maior das africanizadas, que podem ser criadas sem nenhum medicamento, o que não ocorre com as européias, em quase todo o resto do mundo.
Uma lista parcial das vantagens e argumentos favoráveis a umas e outras encontra-se a seguir:

Pró Africanizadas:

· Estudos já confirmaram que a africanizada é uma abelha mais rústica, menos sujeitas a doenças. Por exemplo, a podridão de cria americana, que atinge colméias européias argentinas, nunca chegou aqui.

· Talvez pelo mesmo motivo, o comportamento higiênico mais apurado, parasitas como a varroa, que infernizam as européias, não costumam causar maiores prejuízos às africanizadas. É verdade que o clima quente da maior parte do Brasil é desfavorável à varroa, mas alguns estudos já determinaram a superioridade das africanizadas em condições idênticas.

· Por essa razão, é possível manter-se um apiário de africanizadas mais natural, sem o uso de medicações, o que é uma grande vantagem. Pelo que se sabe de outros países, essa é uma situação bastante incomum em colméias européias, que normalmente dependem de antibióticos e acaricidas para se manter produtivas.

· A maior agressividade das africanas é às vezes uma aliada do apicultor, pois dificulta o roubo das colméias.

· Diversos relatos informais de apicultores brasileiros dão conta que a produtividade das africanizadas é, quase sempre, muito maior do que a das européias.

Pró Européias:

· São muito menos agressivas. Demoram mais a iniciar um ataque, atacam com menos abelhas, perseguem a vítima por uma distância muito menor e recompõem-se em um tempo muito menor do que as africanizadas.

· Têm menor propensão a enxamear.

· Têm menor propensão a abandonar o ninho.

· Pilham menos.

· Quando um quadro é manipulado, comportam-se mais calmamente, sem correrias frenéticas de um lado para outro. Isso facilita muito o manejo em geral e a localização da rainha, especificamente.

· São maiores e carregam cargas maiores - precisam de menos viagens para colher a mesma quantidade de néctar, por exemplo.

· Vivem mais.

· Muitos países que usam apenas européias têm produtividades médias que chegam a três ou quatro vezes a do Brasil.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Gatos



Um dos boatos mais comuns é que os gatos amam apenas as suas casas e não seus donos e por isso caso se mude, ele não irá com você. Não é verdade, é apenas uma lenda urbana para explicar um comportamento felino dos animais domésticos que é simples: Os gatos são seres assustados.

Como você seria se tivesse uma super audição? Com certeza uma pessoa que teria medo de um zumbido de animal em seu ouvido porque pensaria que um mosquito, pelo volume, seria um pombo em seu ouvido. Com os gatos é algo semelhante. A audição de tais animais é bem aguçada e por isso eles são assustado com carros, motos e outros que não conhecem por morar em casa ou conhecem mas são assustados mesmo.

Os gatos preservam mais que tudo a segurança, já que são animais de pequeno porte e bem frágeis. As unhas podem ser apenas uma forma de afastar mas contra um grande cachorro são ineficazes e por isso o medo de sair de casa. Se há uma mudança de endereço não é o apego a casa que os torna temerosos de ir junto mas sim o desconhecido e por isso, eles voltam algumas vezes e quando podem ao endereço antigo.

sábado, 1 de junho de 2013

Criação Comercial de Emas

A criação comercial de emas é um excelente negócio. Quem deseja iniciar sua criação deve investir na compra das matrizes e construção das instalações. Para quem já possui experiência, o manejo destes animais é extremamente fácil. O retorno do investimento geralmente é do segundo ao quarto ano, e o mercado é excelente, apresentando demanda muito superior à oferta. 



Mercado:

O mercado é excelente e tende a crescer. Hoje o Rio Grande do Sul, por exemplo, pretende ampliar o número de criadores, para atingir o abate de 15000 emas/ano, quantidade equivalente à carga de um contêiner/mês. O consumo deste tipo de carne na Europa, que a considera mais sadia, é muito alto; e a Alemanha, por exemplo, quer cinco toneladas/mês. Temos divulgado as criações do Brasil através das embaixadas brasileiras no exterior. Sendo a ema sul americana os nossos criadores, tem um amplo mercado externo para abastecer com os seus produtos.Hoje passamos por uma fase de formação do plantel e fomentamos a produção, auxiliando os criadores para que possam abastecer o mercado internacional o mais breve possível. Saiba melhor como iniciar sua criação e junte-se a nós! 

Conheça a criação comercial de emas e os passos a serem tomados para se montar um criatório: 

1 - Registro no Ibama::

O primeiro passo a ser tomado é o envio da carta-consulta ao Ibama. Após a aprovação da carta-consulta, deve ser enviado um projeto, atendendo as exigências da portaria 118-N daquele órgão, assinado por um responsável técnico, Engenheiro Agrônomo, Veterinário, Biólogo ou Zootecnista. 

2 - Construção das Instalações:

As instalações, sempre de acordo com o projeto aprovado pelo Ibama, podem ser simples, mas devem atender as áreas mínimas requeridas pelos animais. 

2.1 - Piquete para reprodutores:

Onde são alojados os reprodutores da criação. A área utilizada varia de local para local, e podem ter em média 30 animais por hectare. No Rio Grande do Sul é geralmente usado 1 hectare para 4 famílias, composta de 16 machos e 24 fêmeas. A alimentação utilizada na estação de postura é pasto verde à vontade mais ração de reprodução ou postura. Nos outros meses do ano dependendo da qualidade e disponibilidade de forragem verde (gramíneas e leguminosas), deve-se suplementá-las com ração de manutenção e/ou silagem. A cerca, para evitar fugas, deve ser de 1,2m a 1,3m de altura, com tela plástica ou metálica, e é indispensável uma área de sombra.

2.2 - Sala de higienização:

Onde os ovos serão limpos e armazenados antes de irem para a incubação. Este local deve ser desinfetado, e com estrutura para realizar a higienização dos ovos, que deve ser feita com água morna corrente e sabão neutro. Após é feita imersão em solução desinfetante, a secagem dos ovos com toalha de papel e passagem de lenço umedecido que contenha bactericida. Também pode estar presente nesta sala uma câmara de armazenagem, que mantém entre 15oC e 18oC a temperatura e a umidade em 70% durante sete dias antes de eles irem para a incubadora, racionalizando tempo e mão-de-obra. 

2.3 - Sala de incubação:

O local onde os ovos vão ser incubados. Nele pode estar o ovoscópio, aparelho que avalia as condições do ovo e do desenvolvimento do embrião e as chocadeiras, além dos produtos de desinfecção. Embora menos aconselhado, o criador pode optar por fazer a incubação natural, o que dispensa a construção de uma sala de incubação. 

2.4 – Berçário:

O berçário é o local que ficam os nascedouros e os filhotes até seus dois primeiros dias de vida. Tem o umbigo desinfetado três vezes ao dia e são aquecidos por lâmpadas infravermelhas medicinais, a fim de mantê-los a uma temperatura ambiente de 30 C (85 F). 

2.5 – Internato: 

Para onde os animais são transportados no segundo ou terceiro dia de vida. Esta fase é no campo, e os animais são colocados em piquetes divididos em pequenos grupos. Devem ter um espaço razoável, pois os exercícios nesta fase são fundamentais. Dormem com aquecimento artificial a 28oC (82oF). A alimentação fornecida é forragem verde picada mais ração inicial. São necessários também bebedouros e uma área com sombra. É cercada com tela de 0,7m a 1m de altura. Uma opção nesta fase é deixar os filhotes aos cuidados de um macho, que dispensa a construção desta estrutura. 

2.6 – Recria:

É a fase em que se dá início o processo de adaptação às condições ambientais. Os filhotes já se encontram com mais de 1 kg e podem gradualmente ir adaptando-se às condições naturais: se a noite não estiver muito fria, dormirão na intempérie; poderão se expor a pequenas chuvas, etc.Ficam dos 30 aos 90 dias aproximadamente. 

2.7 - Piquete de terminação:

Semelhante ao piquete para reprodutores. Ficam do 3º mês até o abate, que se dá ao redor dos 14 meses ou permanecem até os 18 quando seu destino é a reprodução. Um hectare pode abrigar em média 50 emas. 

3 – Manejo:

Aos animais adultos da criação, é fornecida uma quantidade de ração diariamente, realizada desvermifugação periodicamente; sempre verificando seu espaço, proporcionando-lhes condições como se estivessem em seu habitat. 

Manejo dos filhotes e a estação de postura

A estação de postura varia de local para local. No Rio Grande do Sul, por exemplo, nos criatórios comerciais, é geralmente de setembro a fevereiro, tempo dobrado em relação as aves da natureza, devido a certas práticas de manejo, como a incubação artificial dos ovos, que estimula a postura. Durante esta estação, cada ave adulta põe em média 35 ovos, número que pode variar muito de acordo com o manejo adotado pelo criador. 

Os ovos são retirados do ninho assim que são encontrados. São transportados cuidadosamente até a sala de higienização. Devem ser desinfetados de acordo com a preferência do criador, e após estarem secos são avaliados com auxílio de um ovoscópio, e em seguida são pesados e etiquetados. Na chocadeira, devem ser colocados na mesma posição de transporte, horizontal, a uma temperatura de 36,5ºC (97oF) e umidade do ar com uma média de 48%, podendo variar. A viragem dos ovos deve ser feita de três em três horas, para evitar que o embrião cole na casca. Deverão ser avaliados semanalmente no ovoscópio, e devem ser descartados os ovos que não estão férteis. Três dias antes de nascer são colocados no nascedouro, onde a viragem é interrompida. No nascedouro a temperatura passa a ser de 35,5ºC e umidade relativa do ar de 53%. No 38º dia o filhote perfura a casca com o bico, onde se inicia o processo de eclosão, que pode durar até 12 horas. 

Filhotes recém-nascidos vão para o berçário, lugar onde permanecem até 48 horas, aquecidos com lâmpadas infra-vermelho medicinais. No terceiro dia de vida podem ir para piquetes no campo, no internato, e sempre no final da tarde são recolhidos para uma estufa, ou outra estrutura adaptada que já exista no local, que os proteja de predadores e os mantenha aquecidos a 28oC, separados em grupos menores. Uma segunda opção é deixar os filhotes de dois dias aos cuidados de um macho, que poderá cuidar de até 25 filhotes. Com 1 mês de vida os filhotes vão para piquetes maiores, já identificados e sexados. Com 14 meses de idade podem ser abatidos, ou com 18 meses os que forem selecionados como reprodutores já terão atingido a maturidade. 

Produtos da ema

Carne - A carne de ema é muito saudável, nutritiva e saborosa. Possui baixo índice de gordura e de colesterol (1,2% a 1,5%). Tem sabor semelhante à carne bovina, apresentando alto nível protéico. O preço para o produtor oscila entre US$ 3,00 (R$ 7,00) para a carne de segunda e US$ 8,00 (R$ 20,00) para a carne de primeira. Uma ema adulta produz cerca de 12 quilos de carne. É considerada a carne mais sadia na Europa. 

Ovo - O ovo de Ema pode ser consumido normalmente, é muito saudável. Os ovos inférteis também podem ser vendidos para artesanato ou para outros fins, por uma média de R$ 10,00. Ovos férteis podem ser vendidos por R$ 50,00, para outros criatórios que irão incubá-los. 

Penas - São utilizadas em fantasias, espanadores, etc, comercializada por R$ 50,00 o quilo. Um animal adulto produz 300g de penas de primeira. 

Óleo - É utilizado em diversos países, pelas indústrias cosmetológica e farmacêutica, de excelente qualidade por possuir propriedades medicinais. Um animal adulto de 25 quilos produz 2kg de gordura bruta que gera 1,6l a 1,8l de óleo purificado. 

Couro - Uma ema produz cerca de 0,6m2 de couro, que pode ser comercializado por aproximadamente US$ 50,00 e é de excelente qualidade. Também o couro das patas é muito valorizado, e é empregado na confecção de sapatos. 

Fonte http://www.agce.com.br/emas_criacaocomercial.htm